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By José Ribeiro Ferreira

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Palavras, sons me diziam Essas asas do meu sonho. Hoje apenas denunciam Viver amargo, bisonho. 49 Eram belas essas asas, Planar branco de gaivotas. Nada as tolhia, nem casas, Muros, fronteiras ignotas. 50 Rastejam nas ruas planas Asas que eram meus sonhos. Meus olhos sabem a terra, Longe planam as gaivotas. 51 Lagos Nos céus de Lagos, no seu azul suave, As gaivotas são pontos e traços no infinito, Em complexas geometrias se cruzam Precisas e sem erros ou enganos. No declive suave das encostas Debruçam-se as casas atentas E espelham-se no miúdo revérbero das águas.

Que longes os chamam e que apelos? Verão no regresso o aceno das gaivotas? 31 Gaivotas do céu de Lagos 1 Nos céus de Lagos planam as gaivotas A adiar a partida dia a dia sem cessar. Que espera vos detém e vos sofreia? Ao balouçar das quilhas e do tempo Nas amarras e mastros ancoradas, Embalam a vida no calor da manhã Ou saúdam os raios fugidios da tarde? Em suas asas adeja a madrugada A abraçar a terra de luz e limpidez. 33 2 Partam também os barcos e regressem. No mar cor de vinho não naufrague Não feneça nunca A esperança dia a dia acalentada.

A luz fresca da manhã e o afago do sonho, Sedutores, leves, trazem o azul e o voo. E com o voo chega a voz e a cor do mar. 39 Tudo concentrado nas linhas que traçais, – Um complexo desenho nunca satisfeito, Gaivotas a planar no azul limpo e sem limites.. 40 Veleiro da areia Na areia imprime os contornos o veleiro. Gaivotas nas amarras, nas velas a esperança, Leva a mundos e longes que se buscam. Um dia O vento que passou e o fluxo das ondas Deliram persistentes as formas do veleiro. Sem velas nem gaivotas nas amarras Já não voga a esperança no veleiro.

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